Ouça; 6 PRF’s, 2 Civis e dois militares então entre 20 traficantes presos em seis Estados.

Campo Grande(MS) – No domingo(23/09) mais policial rodoviário federal envolvido em crime  de contrabando foi preso   em Campinas (SP).  Foi o  sexto policial rodoviário federal preso na Operação Nepsis, deflagrada em Mato Grosso do Sul e mais cinco estados. Os nomes dos acusados não foram anunciados pela assessoria de imprensa da PRF.  O policial será transferido para a superintendência da PF em São Paulo e ainda não há previsão de quando deve ser trazido a Mato Grosso do Sul. Já os outros cinco policiais presos foram levados para Dourados e na sequência transferidos para Campo Grande. Além disso, ainda não há previsão de conversão em prisão preventiva para o caso. Luiís Alexandre Gomes da Silva, disse que  os acusados podem ser expulsos.

Além dos policiais rodoviários federais, foram presos dois policiais civis e 20 contrabandistas e quatro policiais militares por envolvimento no  crime  comparado pela polícia ao de grandes narcotraficantes. Também foram cumpridos 29 mandados, apreendidos R$ 250 mil em dinheiro e vários bens como carros de luxo, lanchas, jet ski e mercadorias contrabandeadas. Os mandados contra os “narcocigarreiros” foram cumpridos em quatro Estados: Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Alagoas, nas cidades de Dourados, Amambai, Iguatemi, Bataguassu, Mundo Novo, Eldorado, Maringá (PR), Presidente Prudente (SP) e Presidente Epitácio (SP). Conforme a investigação, o esquema em mercadorias contrabandeadas causou prejuízo de R$ 1,5 bilhão para os cofres públicos. Estima-se que, no ano passado, segundo a PF, os envolvidos tenham sido responsáveis pelo encaminhamento de ao menos 1.200 carretas carregadas com cigarros contrabandeados às regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. O  líder  da quadrilha de contrabando de cigarro, Ângelo Guimarães Ballerini, o Alemão, foi preso no sábado, horas antes de se casar em um “festão” que reuniria entre os convidados dois sócios do esquema criminoso, também presos.

A festança ocorreria no Jatiúca Hotel Resort, em Maceió, onde a  diária  chega a  R$ 600 e conhecido com um dos dez melhores resorts de Alagoas. O delegado Cleo Mazzoti da Policia Federal confirma que a quadrilha era organizada como empresa. O nome da operação, Nepsis, faz referência a um termo grego que significa vigilância interior, estado mental de atenção plena. Ouça a reportagem.

Da redação

Foto Divulgação.

 

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