OUÇA: TCU deve nortear decisão do MS sobre contrato com a CCRMS VIA

Campo  Grande(MS) – Em Cinco anos de concessão e menos de 18% dos  845  quilômetros duplicados e  mais da metade  feita  como condição para o início da cobrança de pedágios, a  CCRMS VIA contabiliza até fevereiro, dez pontos de obras paradas.   A  BR-163, é a espinha dorsal do transporte rodoviário no Estado. A duplicação gerou expectativa de  melhoria das condições do pavimento   e  dos acidentes . Uma obra parada e sem sinal de que será retomada.

 Reinaldo Azambuja comentou sobre a situação de funcionamento da Empresa  CCR MS VIA, que não está promovendo a duplicação da Br 163, como foi proposto,  em  2015, a  concessionária alega que faltou recursos, e que o contrato com a União deve ser revisto.

O Governo pode solicitar a caducidade do contrato. O Estado considera injusta a continuidade de cobrança de pedágio por parte da concessionária sendo que a obra está parada.

No último balanço apresentado pela  concessionária  revela uma  evolução de 12% no faturamento com pedágios ao longo de 12 meses, entre os terceiros trimestres de 2017 e 2018. A concessão, por contrato,  de 30 anos,   pode ser  rediscutida por de acordo com parecer do Tribunal de Contas da União. Em um dos casos mais recentes, de 2017, um avião de pequeno porte em nome de Edmur foi encontrado abandonado em uma lavoura de milho às margens da rodovia BR-163, no município de Mundo Novo, sul do Estado. As declarações do governador Reinaldo Azambuja foram feitas em entrevista coletiva concedida na governadoria na tarde de terça feira, dia 18 de Junho.

João Flores Junior

foto; Marcos Ermínio/ Campo Grande News

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