Procon quer saber dos itens que compõem preço de placa do Mercosul

Campo Grande(MS) – As empresas credenciadas para emplacar veículos no padrão Mercosul têm dez dias corridos para explicar ao Procon porque o serviço em Mato Grosso do Sul é  mais caro em comparação com outros estados.

O órgão suspeita que as estampadoras possam ter combinado valores parecidos (cartel) ou então estejam exagerando na margem de lucro, praticando cobranças abusivas. Fiscais estiveram em todas as quatro terceirizadas de Campo Grande para entregar pessoalmente o ofício cobrando o detalhamento dos custos para a emissão das chapas e convocando os donos para uma reunião individual com o superintendente Marcelo Salomão nesta  terça-feira (4).

Nas unidades que ficam no interior, o documento será encaminhado pelos correios. O prazo vence na quarta-feira (12). Toda a operação foi determinada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Para o gestor público, é inadmissível que a população, principalmente neste início de ano, em que é pressionada por gastos com matrículas e materiais escolares, IPTU e IPVA, tenha que pagar mais caros pela nova placa. O preço pelo novo modelo de emplacamento pode chegar até R$ 300 para automóveis, e antes saía por R$ 121,  para a moto e R$ 220  Reais.

No Paraná e Rio Grande do Sul, os preços praticados são inferiores a R$ 200. Apesar da pressão, os empresários prometem explicar a composição dos preços e dizem que a sistemática adotada pelo Detran em conjunto com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran)  elevou o valor do serviço. O emplacamento segundo o modelo Mercosul  é feito  desde segunda-feira (3) em Mato Grosso do Sul.

Da redação

Foto 4 Rodas

 

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