OUÇA: Morador de Porto Murtinho vai ter de andar duzentos quilômetros para fazer titulo eleitoral.

Campo Grande(MS) – O Tribunal Superior Eleitoral recuou de sua decisão de acabar com  26 zonas eleitorais em Mato Grosso do Sul, baixando para 11 o número de municípios atingidos.  A  resolução do  presidente do TSE, Gilmar Mendes, previa a extinção de zonas eleitorais de Cassilândia, Fátima do Sul, Bataguassu, Camapuã, Porto Murtinho, Água Clara, Aparecida do Taboado, Iguatemi, Sonora, Caarapó, Pedro Gomes, Bonito, Mundo Novo, Bandeirantes, Rio Negro, Deodápolis, São Gabriel do Oeste, Inocência, Dourados, Nioaque, Sete Quedas, Anaurilândia, Chapadão do Sul, Corumbá, Três Lagoas e Ponta Porã.

Com o recuo do TSE, as zonas eleitorais extintas serão em Porto Murtinho, Pedro Gomes, Rio Negro, Deodápolis, Inocência, Nioaque, Sete Quedas, Anaurilândia, Corumbá, Três Lagoas e Ponta Porã.

 

O presidente da Mesa Diretora da Assembleia, Júnior Mochi, apresentou  na sessão de terça-feira Moção de Repúdio contra a medida do TSE. A insatisfação será  enviada ainda para  a Bancada Federal, em Brasília e ainda ao Tribunal Regional Eleitoral.

Junior Mochi anunciou ainda ação de inconstitucionalidade na decisão da direção do TSE.

 

A direção da  Associação dos municípios, ASSOMASUL, prefeitos das cidades atingidas pela decisão do TSE, deputados Estaduais e a diretora do Tribunal Regional Eleitoral, Tânia Coutinho e  o deputado Junior Mochi discutiram sobre os  reflexos da extinção de zonas eleitorais nas  11 cidades do Estado. A reunião aconteceu na sede da Assomasu na tarde de segunda feira(19/06) Ouça a reportagem da Rádiowebms

 

 

João FloresJúnior

 Foto Victor Chileno/ Assessoria de Imprensa da Assembleia Legislativa.