Violência no Aero Rancho, idosa e violentada e assassinada.

 

Campo Grande (MS) – Sebastiana Maciel de 77 anos foi encontrada  morta em uma casa no bairro Aero Rancho na manhã de hoje (06/02), segundo testemunhas foi  identificada como  irmã do músico Maciel Côrrea. Ela  apresentava sinais de violência sexual, espancamento, corte no pescoço e asfixia.  De acordo com o boletim de ocorrência, Sebastiana estava em sua residência, na Travessa Dionísio Machado, onde morava sozinha. As  8 horas de hoje, a mulher que prestava serviços domésticos para a vítima chegou na casa e estranhou o fato da porta estar entreaberta. Do portão, ela chamou pela vítima, sem resposta. A Polícia Militar foi acionada e encontrou a vítima no chão, com lençóis enrolados na cabeça e manchas de sangue no colchão, fronha e lençol. Os móveis do quarto estavam revirados, com gavetas caídas no chão e um facão e boné sobre a penteadeira.

O delegado plantonista da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Piratininga, Cleverson Alves dos Santos, disse que a mulher apresentava sinais de ter sido estuprada. Além disso, ela tinha um corte no pescoço, lesões por espancamento e facadas, principalmente na face, além de ter sido asfixiada por  um lençol. Foram apreendidas pela perícia uma chave de roda de carro de passeio, encontrada sobre o parapeito da janela, o facão usado no crime e o boné.  Um suspeito foi detido para averiguação, porém, de acordo com o delegado, as diligências continuam em busca de outros suspeitos.  O caso foi registrado como homicídio simples e as motivações do crime estão sendo investigadas.

 

Adeu Gomes Martins, de 50 anos, foi encontrado morto, na noite de sexta feira  (5/02), na Aldeia Sassoro, em Tacuru a 416 quilômetros da Capital. Adeiso Cândido, de 22 anos, suposto autor do crime, foi detido pelos próprios indígenas até a chegada da Polícia Civil. Há suspeitas de que a vítima tenha sido morta envenenada.De acordo com o boletim de ocorrência, Paulo Fiel, que é capitão da aldeia, encontrou a vítima caída de bruços, por volta das 22 horas, próximo a casa 217. Junto com alguns indígenas, o capitão saiu a procura de um suspeito e encontraram Adeiso, que ficou no local até a chegada da polícia. Não há detalhes sobre o que foi usado para envenenar Adeu.O crime foi registrado como homicídio qualificado com emprego de veneno, asfixia, tortura ou meio insidioso e ocultação de cadáver.

 


Da redação

Foto. Divulgação.